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domingo, 30 de outubro de 2011

Solonei Silva vence maratona com folga e encerra melhor participação brasileira no atletismo do Pan


Solonei Silva vence maratona com folga e encerra melhor participação brasileira no atletismo do Pan


Por Daniel Costa | 30/10/2011 - Atualizada às 14:54

Chegada de Solonei Silva
Chegada de Solonei Silva
Foto: Jefferson Bernardes/Vipcomm
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O maratonista Solonei Silva conquistou a última medalha de ouro disponível no atletismo para o Brasil neste domingo. O brasileiro terminou com o tempo de 2h16min37, mais de 30 segundos à frente do segundo colocado, o colombiano Diego Colorado. Também da Colômbia, Juan Cardona ficou com o bronze. Outro brasileiro na prova, Jean da Silva ficou em nono.

Solonei foi um dos destaques da delegação brasileira antes mesmo de largar para a maratona. O atleta já trabalhou como coletor de lixo e entrou recentemente na elite do esporte nacional. Conseguiu a classificação para o Pan em abril na Maratona de Pádova, na Itália, com a marca de 2h11min32, a mais baixa entre todos os classificados para a prova de hoje. 

Com a vitória, o Brasil supera seu melhor desempenho no atletismo em Jogos Pan-americanos, por uma medalha de ouro. A marca anterior foi nos Jogos do Rio de Janeiro com nove ouros. No total de medalhas, houve empate, 23. Este é o tetracampeonato seguido do Brasil na maratona pan-americana.

O brasileiro aproveitou a comemoração para deixar mensagens de inspiração. “Quem tem potencial e acredita nele, precisa correr atrás. Sou profissional há dois anos e quero estar em Londres no ano que vem”, comemorou Solonei, ainda ofegante.

A maratona foi um dos últimos eventos dos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara, com largada às 12h30 no horário brasileiro (8h30 no México). O percurso pelo centro histórico da cidade foi predominantemente plano, com quatro voltas em um circuito de dez quilômetros, mais um trecho com 2.195 metros.

Os atletas enfrentaram uma altitude de 1.500 metros, e no momento da largada a temperatura registrava 17 graus, com umidade de 88%. O sol forte obrigou alguns atletas a colocarem bonés com gelo durante a corrida, para refrescar.

A prova O Brasil saiu na frente e passou a marca dos primeiros dez quilômetros em 32min36 de prova com Jean da Silva liderando o pelotão. Solonei Silva estava logo atrás, com um segundo de desvantagem. Naquele momento o primeiro pelotão contava com mais sete atletas.

Próximo da metade da prova, Solonei conseguiu escapar na liderança, passando a marca dos 19km a um ritmo de 3min12 por quilômetro, sem apresentar sinais de cansaço e chegou a abrir 25 segundos de vantagem para os demais. Jean então caiu para o terceiro pelotão da maratona. 

No quilômetro 25, já com 1h25 de prova, a vantagem do brasileiro chegou a 46 segundos, já praticamente fora do contato visual do segundo pelotão. O brasileiro manteve o ritmo acelerado a todo momento e ultrapassou a barreira dos 30 quilômetros com 1h36min28, 1min15 mais rápido que o segundo pelotão, em que estava Jean da Silva, na oitava colocação.

Por volta do quilômetro 35 a dupla colombiana Diego Colorado e Juan Cardona apertou o ritmo e assumiu com folga o segundo e terceiro lugar, respectivamente, mas sem apresentar ameaça ao brasileiro. 

Aos 38km Solonei pegou uma bandeira brasileira, enrolou no braço e já mostrava sinais de cansaço. Na passagem do quilômetro 40, a vantagem do brasileiro caiu para 1min06, mas não foi o suficiente para diminuir a confiança de Solonei, que ergueu a bandeira nacional e seguiu firme para a vitória.

Mesmo com o bom desempenho do brasileiro, o recorde da maratona pan-americana foi mantido. A marca é de 1983, nos Jogos de Caracas (VEM), de 2h12min43 pelo portorriquenho Jorge González.

MATÉRIA DO SITE WEBRUN

MAIS UMA CONQUISTA, AS 3 ETAPAS DO CIRCUITO ATHENAS CONCLUÍDAS, COM O MELHOR TEMPO DE UMA MEIA MARATONA QUE JÁ CONSEGUI 1:41:28

sexta-feira, 28 de outubro de 2011


Cruz Nonata ganha prata nos 5.000m dos Jogos Pan-Americanos


27/10/2011 - Atualizada às 23:35

Cruz Nonata conquistou segunda prata em Guadalajara
Cruz Nonata conquistou segunda prata em Guadalajara
Foto: Gaspar Nóbrega/ Inovafoto/COB
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A fundista brasileira Cruz Nonata conquistou sua segunda medalha de prata nos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara, nesta quinta-feira, 27 de outubro, após chegar em segundo também na prova dos 5.000m – a outra prata foi nos 10.000m. Assim como na outra prova, a medalha de ouro ficou com a mexicana Marisol Romero.

Cruz Nonata completou a distância em 16min29seg75, enquanto Romero fez 16min24seg08. O terceiro lugar ficou com a peruana Santa Melchor, que liderou o início da prova e terminou em 16min41seg50.

As fundistas permaneceram em um mesmo pelotão até cerca de dez minutos, quando a líder Marisol Romero apertou e foi seguida por quatro atletas. Romero apertou a passada aos 12 e abriu muita distância, evidenciando a probabilidade de sair vencedora.

Nos últimos 800 metros, Cruz Nonata, então em quarto, acelerou e assumiu a segunda colocação com propriedade, mas não foi o suficiente para brigar com a mexicana.

Confira os resultados dos 5.000m feminino nos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara:

  • 1º Marisol Romero (MEX) – 16min41seg50

  • 2º Cruz Nonata (BRA) – 16min29seg75

  • 3º Santa Melchor (PER) – 16min41seg50

  • 4º Sandra Lopez (MEX) – 16min47seg29

  • 5º Yudileyvis Castillo (CUB) – 16min49seg63

  • 6º Yolanda Caballero (COL) – 16min54seg62

  • 7º Kimberley Conley (EUA) – 17min00seg90

  • 8º Neely Spence (EUA) – 17min01seg11

  • 9º Wilma Arizapana (PER) – 17min06seg99

  • 10º Nadia Rodriguez (ARG) – 17min14seg91

  • 11º Yudisleidis Fuente (CUB) – 17min23seg76

  • 12º Rosa Godoy (ARG) – 17min33seg77


  • MATÉRIA DO SITE WEBRUN

  • Ana Cláudia Lemos da Silva fatura medalha de Ouro nos 200m do Pan


    Ana Cláudia Lemos da Silva fatura medalha de Ouro nos 200m do Pan


    27/10/2011 - Atualizada às 23:56

    Ana Cláudia correu muito forte
    Ana Cláudia correu muito forte
    Foto: Agência Luz/ BM&FBOVESPA
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    A corredora Ana Cláudia Lemos da Silva ganhou a final dos 200m rasos nos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara, nesta quinta-feira, 27 de outubro. A medalha foi a sétima de ouro para o atletismo brasileiro no Pan.

    Apesar de não ter largado muito bem, Ana Cláudia correu muito forte e chegou emparelhada com a jamaicana Simone Fancey, que teve maior aceleração no final da prova e quase alcançou a brasileira. A vantagem foi de apenas dez centésimos, 22s76 a 22s86.

    A brasileira comemorou muito e até sambou na pista. "Foi a forma que encontrei para retribuir o carinho do povo mexicano", diz a campeã. A velocista ainda falou sobre a pressão que colocou sobre si mesma. "Queria que acabasse logo. Ou ia ser campeã pan-americana ou ia embora triste. Consegui ser campeã e sair feliz”, comemora.

    Na final masculina, Bruno de Barros conquistou a medalha de bronze ao terminar os 200 metros em 20s45, atrás do cubano Robert Skyers e do jamaicano Lansford Spence (que correram em apertados 20s37 e 20s38, respectivamente). Outro representante do País na final, Sandro Viana ficou em sétimo, com 20s94.

    Confira os resultados dos 200m feminino nos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara:


  • 1º Ana Cláudia Lemos da Silva (BRA) – 22s76

  • 2º Simone Fancey (JAM) – 22s86

  • 3º Mariely Sanchez Hichez (DOM) – 23s02

  • 4º Tameka Williams (SCN) – 23s06

  • 5º Nelkis Casabona (CUB) – 23s43

  • 6º Roxana Diaz (CUB) – 23s45

  • 7º Leslie Cole (EUA) – 23s46

  • 8º Darlenys Obregon (COL) – 23s64




  • Confira os resultados dos 200m masculino nos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara:


  • 1º Robert Skyers (CUB) – 20s37

  • 2º Lansford Spence (JAM) – 20s38

  • 3º Bruno de Barros (BRA) – 20s45

  • 4º Michael Mathieu (BAH) – 20s62

  • 5º Rolando Palacios (HON) – 20s77

  • 6º Alex Quiñones (EQU) – 20s86

  • 7º Sandro Viana (BRA) – 20s94

  • 8º Cristián Reyes (CHI) – 20s97

  • quinta-feira, 27 de outubro de 2011



    Leandro Prates disputa com equatoriano os metros finais e fica com o ouro por 0s01
    26/10/2011 - 19h21

    PM brasileiro domina 1.500 m, quase deixa o ouro escapar, mas fatura na "foto"

    Alexandre Sinato e Roberta Nomura
    Em Guadalajara (México)

    O policial militar Leandro Prates quase deixou o ouro escapar nos últimos metros, mas comemorou o primeiro lugar na final dos 1.500 m nesta quarta-feira, pelo Pan de Guadalajara. A vibração, contudo, precisou esperar. Ele só recebeu a confirmação do primeiro lugar pelo “photo finish”. “Podem recorrer, só sei que fiz a minha parte da melhor forma possível. Queria muito levar uma medalha para o Brasil. Estou muito feliz.”
    Leandro não terá muito tempo para festejar. Na próxima segunda-feira, o soldado já se apresenta ao quartel para trabalhar na guarda. O afastamento para competir no Pan de Guadalajara termina nesta semana.

    Ex-empacotadora é bronze nos 400 m

    • Folhapress
      O Brasil faturou mais uma medalha na pista com Geisa Coutinho, terceira colocada nos 400 m. Empacotadora de supermercado na adolescência, ela mostrou boa forma e encerrou a prova em 51s87, atrás apenas de Yenifer Padilla, da Colômbia, com 51s53, e a cubana Daysiurami Bonne, com 51s69. Ambas fizeram os melhores tempos de suas carreiras. Joelma Souza terminou na sexta posição.


    “Tenho que agradecer meus companheiros de polícia, pois enquanto estive treinando nos últimos dias, eles estavam lá trabalhando”, emendou o brasileiro, que também já foi metalúrgico e dentro da polícia ficou um ano e meio atendendo chamadas de emergência no 190.
    A função de PM o ajudou no atletismo. Exceção feita à dificuldade de conciliar as duas atividades, o fato de a polícia exigir um bom físico no ingresso de novos funcionários contribuiu.
    “O policial precisa estar bem fisicamente para poder atender uma ocorrência e servir a população, então existe uma relação muito grande. Hoje é difícil conciliar as duas coisas, mas eu consigo. Agora sonho em baixar meu índice para tentar a vaga olímpica”, projetou ele, buscando tirar de três a quatro segundos de sua atual marca.

    Nesta quarta, Leandro por pouco não repetiu um erro antigo: olhar demais para os rivais e perder a prova. O equatoriano Byron Piedra foi apenas um centésimo mais lento.
    “Antes eu ficava muito preocupado em olhar para trás e acabava perdendo, mas hoje me concentrei em não fazer isso. Quando fui olhar para ver os rivais, já estava em cima da linha”, explicou.
    O brasileiro dominou boa parte da última volta. Disparou nos 100 m finais, mas perdeu forças para fechar. Quando olhou para um lado e para o outro, para buscar seus rivais, viu Piedra ao seu lado. O vencedor? Nem eles sabiam. A dúvida só foi esclarecida após a organização analisar a fotografia da chegada, confirmando a vitória brasileira.
    “Eu tenho dedicação. Talento é só 10%. Tenho que treinar o dobro do que todo mundo. Sou campeão sul-americano, ibero-americano, brasileiro e agora, pan-americano”, completou Leandro, que fez o tempo de 3min53s43. Piedra terminou os 1.500 m um centésimo mais devagar, enquanto o bronze foi para Eduar Villanueva, da Venezuela, com 3min54s06.
    Com este resultado, o Brasil ficou com o tricampeonato da prova. Hudson de Souza foi o vencedor dos 1.500 m nos Pan-Americanos de Santo Domingo, em 2003, e do Rio de Janeiro, há quatro anos. Essa foi a sétima medalha brasileira no atletismo neste Pan, sendo três ouros, duas pratas e dois bronzes.

    Musa e brasileiros vão à final dos 200 m

    Fora do pódio nos 100 m rasos, Ana Cláudia Lemos tenta assegurar uma medalha nos 200 m. E, nesta quarta-feira, ela mostrou que tem boas chances. Com 22s72, ela se classificou à final com o melhor tempo. A decisão da medalha será nesta quinta. No masculino, dois brasileiros também se classificaram. Bruno Lins Tenório sobrou na segunda bateria e, com 20s35, garantiu seu lugar na prova decisiva. O veterano Sandro Viana chegou em segundo na sua série e também avançou a sua prova favorita.
     MATÉRIA DO SITE UOL

    quarta-feira, 26 de outubro de 2011

    Corrida e o ciclo menstrual


    Corrida e o ciclo menstrual


    Saiba como aliar essa fase aos seus treinamentos, driblando alguns desconfortos pré-menstruais sem prejudicar seu desempenho na prática esportiva


    Mesmo sabendo que a corrida é uma atividade física que proporciona diversos benefícios à saúde, existe uma dúvida comum entre as corredoras, sobre praticar ou não o esporte no período mais crítico do ciclo menstrual. Na verdade, isso é uma escolha de cada atleta e, para tomar essa decisão, é ideal saber como o corpo se adapta aos treinamentos durante cada fase.

    O ciclo menstrual, geralmente, dura 28 dias e é composto por três fases: folicular, luteiníca e ovulatória. A fase luteiníca inicia-se após a ovulação, por volta do 15º dia do ciclo, e vai até o dia da menstruação. Nesse período, o nível de estrogênio cai e o de progesterona aumenta, encerrando o período fértil e promovendo alterações no corpo que dão origem a Tensão Pré-menstrual (TPM) – que dura alguns dias até a menstruação.

    Nesse momento, é comum a corredora não ter muita disposição para treinar, por causa dos sintomas da TPM, como enxaqueca, irritabilidade, retenção de líquido, prisão de ventre, entre outros. Quando a chega a menstruação, a mulher pode ficar mais sensível e mais influenciada por alguns desconfortos causados pelas cólicas abdominais, cansaço e inchaço, por exemplo. Por isso, o rendimento físico pode diminuir.

    “Embora muitas atletas sintam um desconforto maior durante os dias mais críticos do ciclo e sentem uma queda no rendimento, nem sempre é preciso deixar de treinar por conta disso”, explica a treinadora Alessandra Othechar, diretora técnica da Ação Total Assessoria Esportiva. Portanto, uma solução para não abandonar os exercícios é escolher algo mais tranquilo e relaxante, como uma caminhada ou uma sessão de alongamento.

    O período folicular, que vai do início da menstruação até a nova ovulação, é o processo de crescimento do folículo do ovário, durando de 12 a 14 dias. Essa fase é caracterizada pelo aumento gradativo do bem-estar e disposição para as atividades físicas, pois há uma diminuição da retenção de líquido e maior consumo de oxigênio. Portanto, o momento após a menstruação é o melhor para a atleta garantir um bom desempenho na corrida.

    Já a fase ovulatória – que dura cerca de 16 a 32 horas - começa a partir da ovulação e marca o início do período fértil. Nesse momento, o óvulo pode ser fecundado, mas, se isso não acontecer, ele continua seu percurso, normalmente, sem gerar grandes problemas no ciclo. Portanto, a corredora continua numa boa fase para praticar a atividade, podendo até aumentar certas cargas, de acordo com a orientação necessária de um profissional.

    Solucionando o problema!
    A prática regular de uma atividade física como a corrida proporciona à atleta inúmeros benefícios. Existem alguns estudos que relatam que o exercício físico minimiza alguns desconfortos e também o estresse causado pela tensão pré-menstrual. “Em alguns casos, a prática da corrida melhora esses sintomas devido ao aumento da serotonina, um neurotransmissor que diminui a dor”, explica a Maita Poli de Araújo, médica coordenadora do Setor de Ginecologia do Esporte da Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo.

    É importante lembrar, porém, que nem todas as corredoras sofrem de TPM ou sentem algum desconforto em treinar nesse período. Apesar de as alterações sofridas no ciclo menstrual, que podem interferir muito na saúde e no bem-estar, há mulheres que não notam diferenças tão bruscas, suficientes para as impedir de correr. “Respeitar a individualidade de cada mulher é primordial nesse contexto. Por esse motivo, os treinadores devem estar atentos para adequar os exercícios às fases do ciclo menstrual de cada atleta, bem como indicar a procura para o auxílio de um médico, para amenizar os sintomas da fase pré-menstrual (TPM)”, indica Alessandra.

    Para as corredoras que sofrem esses desconfortos, o ideal é ajustar o programa de treinamentos com o período da TPM, ou deixar para fazer uma atividade mais leve “naqueles dias”. Porém, se o incômodo for muito grande, deixe de correr e procure um médico. 



    MATÉRIA DA REVISTA O2

    Brasileira de 19 anos é ouro nos 100m


    Brasileira de 19 anos é ouro nos 100m


    Rosângela Santos venceu nesta terça-feira, 26 de outubro, a mais rápida prova do atletismo e comemorou com samba o primeiro lugar no Pan de Guadalajara


    Foto: Wagner Carmo/CBAt
    A atleta Rosângela Santos, de apenas 19 anos, venceu nesta terça-feira, 25 de outubro, os 100 metros rasos dos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara, no México. No terceiro dia de atletismo no torneio, a velocista nascida em Washington, nos Estados Unidos, comemorou com samba o segundo ouro do da história do Brasil nesta prova – o outro veio com Esmeralda de Jesus, que em Caracas 1983, marcou 11s31, recorde brasileiro na época.

    "É preciso buscar a confiança e superar as dificuldades e as adversárias, tanto que melhorei duas vezes meu recorde pessoal no PAN", disse Rosângela, que concluiu a distância em 11s22. Atrás dela chegaram a norte-americana Barbara Pierre, com 11s25, e Shakera Reece, de Barbados. Confira abaixo o quadro de medalhas atualizado:

    1º Estados Unidos – 66 ouros, 61 pratas e 49 bronzes – 176 no total
    2º Brasil – 29 ouros, 20 pratas e 32 bronzes – 81 no total
    3º Cuba – 25 ouros, 17 pratas e 21 bronzes – 63 no total
    4º Canadá – 21 ouros, 25 pratas e 29 bronzes – 75 no total
    5º México – 20 ouros, 20 pratas e 28 bronzes – 68 no total



    MATÉRIA DA REVISTA O2